Estou no auge do limite da minha dor física. Meu corpo é um imprestável saco de ossos mal remendado. Eu estraguei, apodreci. Tentaram prolongar minha vida artificialmente. Vida é sofrimento. Obrigado. Vocês conseguiram. Alonga, alonga, estica, estica, balança, balança, mexe, mexe… O esforço para achar conforto cansa. Tanto tempo enrolando para conseguir dormir… Tanto tempo enrolando para conseguir acordar… Ai, céus… Eu não estou reclamando. Eu não estou bravo. Quando depender de mim, eu fico bem. É só que eu não posso mais com essa dor, sabe? Simplesmente não posso. Vem aqui, me martelar Vem de chicote, algema Corda de alpinista Cura minha dor nas costas Eu não sou sadomasoquista. Drama.
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